Quem sou eu, eu sou Arte

 

roma

Poesia caminhar viver insanidade arte sou e na arte morrerei pobre, a minha essência desaparecera, meu nome esquecido será, em nada me posso alterar

Antes demais quero dedicar este poema ao poeta Albert Cudell visitem seu espaço é um sonho e sonhe nas palavras pois ele sim é poeta ele transmite a mensagem eu sou os caminhos tortuosos, ele é puro bondade somos amigos desde longa data a muito que não escrevia hoje as saudades sobressaíram. O Alberto nos comentários me perguntou de onde tirei estas palavras eu respondi foi natural sentei-me e escrevi, parei para pensar nada é tão simples assim.  Agora respondo tirei da minha vida e de episódios da historia mundial.

Elitista? Sim

Snob? A quem diga que sou, oh pequenos miseráveis, tudo tem e nada sabem, ignorantes e culpados por mim ardiam todos na fogueira da inquisição

Porque? Eu assim sou odeio vulgaridades se nada me desperta que interesse terá para a minha gente…

Se sou Louca? Claro que sim quem era eu sem a loucura, mais um miserável rastejante, Não nunca pois eu arte sou

Respiro arte desenho arte, manipulo com prazer, sou pecaminosa perigosa gosto do limite no limite me encaixo no caos sou rainha menina e rei sou eu não sei viver doutra forma.

Sim eu sou os 7 pecados

E sim tudo aqui escrito é verdade sentido vivido gozado observado em um banquete perverso.

Eu assim sou mas nunca conseguia conquistar o berço humano sem os humanos dispostos a tudo eu crio e guiou, alimento as chamas do inferno desejado

Eu só lanço a duvida, semeio a discorda subtil, paro sento-me observo e assim se constroem reinos se criam Reis e Rainhas

Julgada? Sim e queimada nunca entendida, eu sou o alem sou o fruto proibido o desejo proibido o doce veneno na sua matéria  prima.

Que Matéria é essa? A reconquista da inocência da pureza

Acreditam na sua inocência onde a garça pousara?. pPPTolos foram ludibriados pobres almas condenados a vaguear no inferno, nem as moedas levaram para o homem da barca  tinham de as merecer, nunca merecerem…

Sim eu sou assim nasci assim e assim morrerei, sempre amei e foi amada admirada odiada mal falada

Nada disso é relevante para mim, eu sou eu,  assim sou a doença e a salvação.

Construo o caos me transformo num expectante…

Minha alma é a podridão do ser humano….

Observo analiso, ataco, na vaidade me entrego de todos os pecados a vaidade é a delicia da bela inocência a perda a pureza roubada meu troféu moral

O acto final tem de ser aniquilante sem piedade 

 Um caos bem orquestrado só o acto final interessa

As trompetas sopram os tambores tocam as flautas se ouvem em praça publica um regalo aos meus olhos…  Desnudados alheios a tudo e a todos só o prazer os sacia só fornicam de humanos passaram a animais, em estado bruto estão

A que lapidar…

No ultimo sopro as mascaras caem, se olham na sua vergonha se enclausuram

Tudo este relato começou com a duvida e a semeia discorda

Sim sou arte

assin transp

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