Moda sua Influencia nos blogs e na Economia Portuguesa

 

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Nos dias de hoje a Internet e os blogs, sites são uma das maiores fontes de publicidade das grandes empresas em todas as aéreas, desde que as empresas se  aperceber do fenómeno da internet e suas audiências decidiram colocar banners de publicidade nos blogs claro com o consentimento dos proprietários gastam muito menos do que um anuncio na TV e os bloggers também ganham , e assim nasceu a grande força de publicidade na Internet.

Leiam o restante do post é bastante interessante como os Portugueses vem aderindo a Internet dicas da Blogueira Portuguesa:

Seremos assim tão influence makers como noutros países? Os portugueses têm ritmos ligeiramente diferentes do resto do mundo mas as tendências para 2018 convergem.

Vivemos num mundo em constante mudança cuja única medida é não ter medida. Assim nos parece a olho nu. No entanto, existem padrões, correspondências, casos de estudo com conclusões semelhantes que nos conduzem a pareceres genéricos que nos permitem agarrar um pouco realidade que está a acontecer, aqui e agora.

Por todo o mundo, nos últimos anos verificou-se a ascensão das redes sociais, do fenómeno do share, do like e do tweet. O que é que mudou? Tudo: principalmente no mundo do marketing.

Os maravilhosos anos de ouro da publicidade direCta e exaustiva dos anos 80 trouxeram-nos a marca exclusiva, discursos publicitários extensamente exaustivos e sempre mediados pela comunicação em massa como a televisão. Dá-se o inicio do declínio da economia dos países ocidentais nos anos 90 e, com ele, a crescente descrença nos média, o choradinho do grunge e da geração MTV que já não queria identificar-se com riqueza ou a magia do poder de compra e que já não comprava novos produtos porque a caixa mágica assim o dizia. O novo milénio chega com um descrédito progressivo no branding e, com ele, o uso e abuso dos logos das marcas em tudo quanto é superfície, ao desbarato. E agora?

INFLUENCERS: A TENDÊNCIA GLOBAL
As redes sociais e a possibilidade de partilhar experiências com o mundo global trouxeram consigo toda uma nova experiência de compra. O paradigma mudou para sempre a partir do momento em que os compradores podem partilhar abertamente a sua experiencia com os produtos com os utilizadores. Assim, a compra de um produto online passou a estar profundamente dependente das reviews dos compradores anteriores, independentemente da publicidade. Mais ainda, antes de fazer compras “offline”, não se hesita a fazer uma busca online no Youtube ou Amazon para confirmar a qualidade do produto.

Assim surgiram os, outrora no passado, bloggers, e hoje influencers: pessoas que maquinalmente criaram estruturas online para experimentar produtos em primeira mão e oferecer um contributo aos seus seguidores interessados.

Mas serão estas pessoas reais? Para o público feminino e interessado em moda, um dos grandes exemplos aCtuais é Leandra Medine, criadora e embaixadora da Man Repeller, que desde cedo percebeu que ao criar um conceito simples e um website onde, com a sua escrita ácida e brutalmente honesta, possa recomendar uma filosofia feminista através da subtileza das marcas e produtos que, com uma edição cuidada, vai representando. Rapidamente se tornou uma brutal influenciar.

O lado negativo para as empresas? É difícil controlar um influencer porque a sua opinião pode perfeitamente ser negativa para a imagem do produto. As empresas terão de aprender a lidar com o conteúdo negativo e oferecer soluções.

EM PORTUGAL… ESTAMOS A CAMINHO
Verifica-se uma busca, por parte das empresas, do trabalho de possíveis influencers que, apesar das dimensões mais reduzidas do nosso país, apresentam alguma assertividade dentro de determinados públicos. Muito do feedback sobre produtos é ainda controlado, de certa forma pelos média instituídos, blogues de lifestyle, tecnologia ou de áreas mais específicas.

Luta-se, neste momento, por uma domação de possíveis influencers como comediantes por parte da MEO e da NOS e de youtubers para um público mais jovem. No entanto, Portugal é um estudo de caso per si. Culturalmente indiciado à desconfiança da publicidade mais assertiva, os portugueses confiam nas marcas estabelecidas há mais tempo no mercado, marcas essas que já entraram na rede de partilha mouth to mouth muito antes do fenómeno das redes digitais. O espaço para crescer continua aberto mas, nos próximos anos, vai impor-se significativamente.

Entre as tendências internacionais, algumas já estão a ter impacto no nosso país. Para o próximo ano, prevê-se:

Personalização do conteúdo: adicionar valor através de pessoas específicas e com impacto no mercado (não confundir com a mera representação da marca para um spot televisivo por uma celebridade – este efeito temporário não é duradouro)
Conteúdo mais interativos e que oferecem ao utilizador a possibilidade de escolher como interagir com a informação;
Maior importância dada a dados concretos como likes e visualizações (o instinto de marketeer perde impulso);
Estabelecimento de mais nichos de informação e conteúdo (a Madde incita a não ter medo de partilhar conteúdo de interesse específico para um público específico, impulsionando a fidelização ao perfil social);
Mais conteúdo premium num universo marcado pelas pequenas empresas e freelancers;
Mais qualidade, menos clickbaits, maior interatividade e aproximação à experiencia quotidiana do utilizador, sem hipérboles ou exageros ou sensacionalismos;
Mais maturidade e foco na construção de uma audiência online e offline no momento da produção de conteúdos;
Mais live vídeo, mais imersão na realidade virtual, transparência na filosofia de marca e engaging dos consumidores nos processos de produção. Lidamos com um público treinado e curiosos;
Optimização de todos os canais em que o SEO já não é uma novidade para muitos dos utilizadores/consumidores mais informados;
Acima de tudo, mais do que saber contar histórias, saber envolver a audiência nessa narrativa e criar um senso de propósito comum.

Texto do blog Madde .pt visite AQUI

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3 comentários

  1. Legal perceber que nem o movimento da moda está dissociado das relações políticas e econômicas. Aliás, é um seguimento forte como impulsionador da economia tanto em Portugal, quanto no Brasil e na maioria dos países ocidentais. Forte abraço.

    1. Obrigado eu tenho de colocar a palavra Portugal só para o meu País saber da minha existencia antes quando não colocava Blogueira Portuguesa ou uma palavra no me como Portugal as visitas do meu País era 1 por dia com muita sorte 4 o que é uma tristeza detesto o fazer parece que estou a desfavorecer o resto do mundo mas é só até ficar conhecida sabes aqui as pessoas em relação aos blogs ainda sào atrasados mentais kkk bjs amigo

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